quinta-feira, 18 de junho de 2015

Amanhã é dia do Profissional de Marketing

Adiantamos nossa homenagem aos professores que atuam na área e aos nossos alunos do MBA em Marketing.

Saiba um pouco mais sobre o profissional:


fonte: http://www.mundodomarketing.com.br

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Hoje é dia dos namorados!!!

Frases para o Dia dos Namorados

"Amor não se conjuga no passado; ou se ama para sempre ou nunca se amou verdadeiramente." (M. Paglia)

"O amor é uma flor delicada, mas é preciso ter a coragem de ir colhê-la à beira de um precipício." (Sthendal)

"Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval." (Vinicius de Moraes)

"As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar." (Leonardo da Vinci)

"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem." (Saint-Exupéry)

"Amor verdadeiro é aquele que o vento não leva e a distância não separa."




quarta-feira, 10 de junho de 2015

Você Sabia???


Hoje é o dia da língua portuguesa





Origens da língua portuguesa

A origem de nossa língua está ligada ao latim – língua falada pelo povo romano, que se situava no Lácio, pequeno Estado da Península Itálica. A transformação do latim em língua portuguesa se deu por consequência de conflitos e transformações político-histórico-geográficas desse povo. Isso aconteceu por volta do século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica por meio de conquistas militares e impuseram aos vencidos seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua, que reflete a cultura.

Existiam duas modalidades de latim: o vulgar e o clássico. O latim vulgar, de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita, era dotado de variação lingüística notável, por ser uma modalidade somente falada; era, pois, suscetível a freqüentes alterações. O latim clássico caracterizava-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores; era uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, era imposta aos povos vencidos a modalidade vulgar, pois essa fora a língua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.

Decorridos alguns séculos, o latim predominou sobre as línguas e dialetos falados em várias regiões. Dessa maneira, formaram-se diversas línguas dentro da região de domínio de Roma, ou seja, do Império Romano; aí se originaram as línguas românicas, também chamadas de neolatinas (dizem-se românicas todas as línguas que têm sua origem no latim e que ocupam parte do território conquistado pelos romanos), das quais nossa língua portuguesa é oriunda.

O português que se fala hoje no Brasil é resultado de muitas transformações, de acréscimos e/ou supressões de ordem morfológica, sintática e/ou fonológica. Tais transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português (língua que predominou dos séculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao português arcaico (séculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se português clássico (a língua de Camões), perpassando ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo.



Da implantação da língua portuguesa no Brasil

Portugal ficou conhecido pelas grandes navegações que realizara. No século XV e XVI, pelos movimentos colonialistas e de propagação do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a língua portuguesa. Como, então, chegou a este solo essa língua navegante?

Ao Brasil, a língua portuguesa foi trazida no século XVI em virtude do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se fixasse no território brasileiro.

Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indígenas; falavam-se aproximadamente mil línguas. Além dessa diversidade étnica e linguística, foram trazidos cerca de 4 milhões de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade linguístico-cultural fortaleceu as bases da construção da identidade do português brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses políticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibição do uso das línguas gerais (diz-se língua geral aquela falada no Brasil colonial como língua de contato entre índios, portugueses e seus descendentes) e a imposição do português como língua oficial.

O contato entre indígenas, africanos e os imigrantes vários que vieram de algumas regiões da Europa favoreceu o chamado multilinguismo. Além da fase bilíngue pela qual passara o português, o multilinguismo contribuiu (e ainda contribui) para a formação identitária do português brasileiro.

Sabe-se, por exemplo, que o léxico de uma língua não é estático, está aberto a novas incorporações: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituição de outras. Esse fenômeno ocorreu (e ainda ocorre) com muita frequência no nosso idioma. As línguas indígenas, por exemplo, contribuíram para o enriquecimento vocabular da botânica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponímia (nomes de lugares) e da onomástica (nomes de pessoas) do português do Brasil. Justifica-se ainda o multilinguismo com a forte influência das línguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil; tal influência incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candomblé, uma manifestação da cultura africana.

A implantação do português no Brasil é marcada por quatro momentos, períodos significativos para esse processo de implantação: o primeiro momento vai da colonização até a saída dos holandeses do Brasil, em 1654; o segundo vai daí até a chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, em 1808; o terceiro finda com a independência do Brasil, em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia em 1826, com a transformação da língua do colonizador em língua da nação brasileira.


O português brasileiro sofreu profundas mudanças para chegar ao português que se fala nestas terras hoje. Entretanto, ainda está no processo de construção de sua própria identidade.



por: Prof. Wasley de Jesus Santos

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Onde está a "Pátria Educadora"?


Para responder onde foi parara a “Pátria Educadora”, utilizamos o texto de Mateus Prado publicado no Blog da Folha.

O Governo Dilma perdeu a grande oportunidade de colocar a marca da Educação em seu governo. Se Dilma realmente quer ser lembrada por um governo comprometido com a Educação e com o lema “Pátria Educadora”, é preciso que ela faça pela Educação, neste governo, mais do que fez no anterior e mais do que fizeram seus antecessores.

Acontece que, mesmo que possamos ter divergências em relação ao caminho que o Governo Federal deu para a Educação desde a redemocratização, ela avançou, e muito, principalmente em relação ao seu financiamento. E isso aconteceu de forma marcante nos Governos FHC (com o FUNDEF) e nos Governos Lula (com FUNDEB, PROUNI, REUNI, ampliação do FIES, ENADE, entre outros). Mesmo o programa “Ciências sem Fronteiras”, menina dos olhos de Dilma, foi gestado no governo anterior.

Apesar de todos os avanços, a Educação no Brasil, do ensino infantil até o ensino superior, anda muito mal em vários aspectos. Vai mal em indicadores de qualidade (muito mal avaliado em exames e em ‘rankings’ internacionais), em financiamento (ainda estamos longe de gastar 10% do PIB em Educação), em inclusão (50% das pessoas com idade para estar no ensino médio não estão, e falta muito para avistarmos a universalização do ensino infantil), na atração de talentos (os cursos de licenciatura, além de serem pouco procurados, tem aumentado as taxas de evasão) e, ainda,  na valorização dos profissionais da área (um professor ganha, em média, somente 40% do valor que um profissional de mesma escolaridade recebe em outra área).

O corte de 9,4 bilhões de reais representa quase 20% do orçamento previsto para a Educação em 2015. E olha que muita gente, como eu, já acha que tal valor é baixo. Para ser visto como uma “Pátria Educadora”, o Brasil precisaria investir, na Educação, mais do que investiu em períodos anteriores. O corte de recursos nessa área rompe com uma tendência de alta dos gastos com Educação no último governo de Dilma (o valor investido anualmente foi ampliado em 42% entre 2010 e 2014).

Mas o que Dilma pretende chamar de “Patria Educadora”, seu governo anterior ou o atual? É obvio que o atual. Não é preciso ser especialista em planejamento público (ou em marketing, como prefere boa parte de Brasília) para saber que não cortar recursos da Educação, mesmo com os limites com que ela sobrevive atualmente, seria o melhor momento para Dilma ganhar uma marca para seu governo (lembrando que, hoje, até o mais apaixonado petista tem dificuldades para defender o governo).

Com os cortes na Educação, o quadro que temos pela frente, pelo menos nos próximos 2 anos, é de crise e estagnação: crise nas instituições federais de educação, fim da expansão do número de vagas no ensino superior, greves, diminuição do número de pessoas no FIES (ainda que o recurso do FIES seja proveniente de outro orçamento), redução do Ciências sem Fronteiras, não aumento do per capita do FUNDEB e nada de aumento real para os professores da educação básica (talvez, em algumas cidades, nem a reposição da inflação), velocidade reduzida na expansão do atendimento ao ensino médio e infantil e nenhuma mudança significativa na qualidade da educação básica e na produção cientifica do Brasil.

Mateus Prado

sexta-feira, 5 de junho de 2015




O dia do meio ambiente foi criado quando houve uma união de diversos líderes políticos na ONU (Organização das Nações Unidas) em 1972 que ficou conhecida como a Conferência das Nações Unidas. 

Anos depois, ainda nos encontramos a mercê de uma produção insustentável que destrói a um ritmo exponencial. E é por isso que foi criado no ano passado o projeto Gesto verde que planta uma árvore para cada blog inscrito garantindo que a emissão de CO2 do seu computador não polua o meio ambiente. 

Nosso blog é associado, assim como a EPN mantém parceria (já de anos) com a ONG Proteção Ambiental e realizamos com ela diversas atividades na esfera da educação ambiental.

Também sempre que podemos, divulgamos campanhas  e projetos de ONG`s ligadas a proteção ambiental.

Afinal de contas, dia do meio ambiente, é todo dia!

conheça, apoie e filie-se


segunda-feira, 1 de junho de 2015

SIGA AS DICAS:

7 toques para afastar os ruídos da comunicação
Evite vícios de linguagens ou falar gesticulando demais – ou de menos.

por Fernanda Bottoni*

Quem se comunica bem consegue chamar a atenção do interlocutor e se fazer entender por ele. Por outro lado, quem não domina essa arte acaba perdendo grandes oportunidades, ou porque não é bem entendido ou – pior ainda – porque fala, fala, fala e ninguém ouve coisa alguma, apenas ruídos.

Segundo Aurea Regina de Sá, coach de comunicação e especialista em linguagem corporal, a maioria dos problemas de comunicação ocorre porque as pessoas, em geral, não se percebem. “Elas não sabem, por exemplo, que têm vícios de linguagem, que falam fazendo gestos demais ou sem fazer gesto algum e tudo isso acaba se transformando em ruído”, explica. Confira suas dicas para quem quer se comunicar melhor:

1 – Observe-se e observe os outros. Nos treinamentos, Aurea costuma filmar os participantes quando estão falando para que possam ver como se saem nesses momentos. Se isso não for possível para você, tente prestar atenção na forma como fala e também na sua comunicação corporal. Fique atento também às outras pessoas, o que chama a sua atenção no jeito que elas falam e também o que acaba causando irritação ou desinteresse. “Pessoas que não gesticulam nada, por exemplo, podem parecer robôs enquanto falam e isso acaba sendo desinteressante para quem está ouvindo.”

2 – Cuidado com vícios de linguagem. Sabe aquelas pessoas que têm mania de repetir ‘tipo’ (ou o ‘tipo assim’) a toda hora? Então. Essa repetição pode distrair o interlocutor, que pode prestar atenção demais no vício de linguagem e acabar se desprendendo do conteúdo.

3 – Não seja “monótono”. “A fala deve ser como um eletrocardiograma, em que as curvas variam para cima e para baixo, com certa musicalidade”, diz Aurea. A dica da especialista é falar como se estivesse colocando algumas palavras em negrito – sem exageros, claro. “Quem fala no mesmo tom o tempo todo acaba gerando tédio na pessoa que está ouvindo, que provavelmente não vá conseguir se manter atento, mesmo que tenha interesse pelo assunto.”

4 – Preste atenção nas reações do seu interlocutor. Só dessa forma você vai saber se ele está interessado e está de fato compreendendo o que você diz. Se perceber qualquer problema, mude o discurso, tente chamar a atenção de outra forma. “Se quiser se certificar de que ele está entendendo, pergunte se você está se fazendo compreender, que é mais gentil.”

5 – Controle os movimentos do corpo. Muitas vezes, quando uma conversa gera ansiedade e nervosismo, as pessoas tendem a se movimentar em excesso. “Tem gente que parece que tem formiga na cadeira”, diz Aurea. Obviamente, isso irrita e desconcentra quem está do outro lado.

6 – Olhe nos olhos enquanto fala. “Isso faz toda a diferença porque a outra pessoa se sente reconhecida e valorizada, e todo mundo quer isso.”

7 – Preste atenção à linguagem que vai usar. Não use palavras difíceis apenas para parecer culto, sem se preocupar com o entendimento da mensagem que você quer passar. “Uma linguagem simples e correta é sempre adequada e não demonstra falta de cultura, como muita gente pensa”, diz Aurea.


Jornalista, escreve sobre carreira,
internet, publicidade e marketing